Luiz Carlos de Resende Mendonça, Advogado

Luiz Carlos de Resende Mendonça

Belo Horizonte (MG)

Comentários

(27)
Luiz Carlos de Resende Mendonça, Advogado
Luiz Carlos de Resende Mendonça
Comentário · há 9 anos
1
0

Recomendações

(47)
Alcides Adornes, Professor de Educação Física no Ensino Superior
Alcides Adornes
Comentário · há 9 anos
Prezado Francesco.
Não atua na área jurídica, sou apenas um professor de física. Não lhe conheço, mas perdoe-me se for injusto ou inadequado.
Li seu artigo com cuidado e lembrei-me de um colega que nas assembleias da categoria abria as discussões com um conjunto de premissas e argumentos para pautar a plenária. No final da assembleia ele encarregava-se de destruir suas próprias premissas e argumentos, tidos como lógicos, e finalmente dizer o que realmente pensava e então encaminhar as deliberações.
Lendo seu artigo, vejo o mesmo modo de conduzir a discussão. Mas vamos por parte. Acho genial sua ironia no final do texto declarando-se como esquerda, enquanto revela um texto em que nada desta posição é manifestada.
Cita o Art. 81 da Constituição, mas não se refere aos art. 6 (este parece uma piada com o cidadão) e o Art. 1 e principalmente o parágrafo único, onde o poder emana do povo. Se o povo quer eleição direta e alterar a constituição, a traves de seus representantes, é algo possível sem cometer atentado a Constituição, derruba-se a tese de atentado a Carta Magna.
Acho fantástico quando coloca a questão do legislador, em relação a eleição indireta, como uma questão de economia do dinheiro público. Excelente. Até o catador de recicláveis sabe que nada é tão importante quando eleições legítimas. Gastar dinheiro público em eleições não é gasto, é investimento em democracia. Além disso, quem foi que disse que deveria haver eleições em 2018 novamente. O que queremos é antecipação da eleição em todos os segmentos nacionais, ou seja, Presidente e vice, senadores e deputados federais, embora já ficássemos satisfeitos com a eleição presidencial
Fala em políticos sem escrúpulos, como se o povo não soubesse que está votado em políticos de condutas discutíveis. Mas o povo diz “se é político boa coisa não é!”.
Mudar a regra do jogo no meio da partida. Isto é um absurdo, mas se o povo sai perdendo pode. Como exemplo, podemos citar: cassar um presidente eleito diretamente, sem crime de responsabilidade; eleger um presidente indiretamente, por um congresso que tem elementos que venderam o voto para eleger cunha presidente do Congresso. Isto pode?! E falamos em “normalidade democrática”?
Por final, acho que previste as declarações favoráveis a seu texto. Muitos afirmando que o povo não sabe votar. De todos os chapas ao cargo de Presidente e Vice-Presidente nas eleições de 2014, as únicas que não receberam dinheiro ilícito, corrija-me se estiver errado, foram as do Dr. Eduardo Jorge (não lembro quem era o vice) do PV e Luciana Genro (também não lembro quem era o vice) do PSOL. Pergunto aos que declaram que o povo não sabe votar: vocês votaram na Luciana Genro ou no Eduardo Jorge?
14
0

Perfis que segue

(66)
Carregando

Seguidores

(3)
Carregando

Tópicos de interesse

(241)
Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres

Outros advogados em Belo Horizonte (MG)

Carregando